“Os instrumentos favoritos de Deus são os zés-ninguéns, de forma que ninguém se vanglorie diante de Deus. Em outras palavras, Deus escolhe quem Ele escolhe para que Ele possa receber a glória. Ele escolhe instrumentos fracos para que ninguém atribua o poder aos instrumentos, mas a Deus que maneja os instrumentos.” John MacArthur

“Estaríamos sem dúvida dispostos a morrer por Jesus, se estivéssemos de fato dispostos a viver pra Ele.” John MacArthur 

"Um traço típico dos falsos discípulos é que seguem Jesus para alcançar seus desejos pessoais; porém, quando em vez de concessões Ele faz exigências, eles o abandonam. Tais pessoas revelam que, desde o início, nunca tiveram fé genuína.” John MacArthur

“Depois da tristeza vem à alegria; depois da alegria vem à tristeza. Estamos sempre na instabilidade entre a esperança e o medo.” John Owen

“Cristo é o nosso melhor amigo, e por muito tempo ele será nosso único amigo. Eu oro a Deus, desejando de todo meu coração, que eu possa até me cansar de tudo, menos de conversar e ter comunhão com Ele.” John Owen

“Se Jesus tivesse pregado a mesma mensagem que os ministros pregam hoje, Ele nunca teria sido crucificado.” Leonard Ravenhill

“Em cada um de nós existem três pessoas: a que nós achamos que somos; a que os outros pensam que somos; e a que Deus sabe que somos.” Leonard Ravenhill   

“A Igreja costumava ser um barco resgatando o que perecem. Agora, parece mais um navio de cruzeiro angariando gente próspera.” Leonard Ravenhill   

“Espere, Ó minha alma, grandes coisas de Deus.” Octavius Winslow

“O intelecto humano é um ídolo poderoso e incontáveis fiéis fervorosos aglomeram em torno de seu santuário atraente, admirando-o.” Octavius Winslow



A teologia reformada recebe seu nome da reforma protestante do século XVI, com suas ênfases teológicas distintas, mas é teologia solidamente baseada na própria bíblia. Os crentes na tradição reformada têm em alta consideração as contribuições especificas com as de Martinho Lutero, John Knox e, particularmente, de João Calvino, mas eles também encontram suas fortes distinções nos gigantes da fé que os antecederem, tais como Anselmo e Agostinho e principalmente nas cartas de Paulo e nos ensinamentos de Jesus Cristo. 

Os cristãos reformados sustentam as características de todos os cristãos, incluindo a trindade, a verdadeira divindade e a verdadeira humanidade de Jesus Cristo, a necessidade do sacrifício de Jesus pelo pecado, a igreja como uma instituição divinamente estabelecida, a inspiração da bíblia, a exigência para que os cristãos tenham uma vida reta e a ressurreição do corpo. Eles sustentam outras doutrinas em comum com os cristãos evangélicos, tais como a justificação somente pela fé, a necessidade do novo nascimento, o retorno pessoal e visível de Jesus Cristo e a Grande Comissão. 

O que, então, é distinto a respeito da teologia reformada? 

1. A Doutrina das Escrituras. 

O compromisso da reforma para com a Escritura enfatiza a inspiração, autoridade e suficiência da bíblia. Uma vez que a bíblia é a palavra de Deus e, portanto, tem a autoridade do próprio Deus, os reformadores afirmam que essa autoridade é superior àquela de todos os governos e de todas as hierarquias da Igreja. 

Essa convicção deu aos crentes reformados a coragem para enfrentar a tirania e fez da teologia reformada uma força revolucionária na sociedade. A suficiência das Escrituras significa que ela não necessita ser suplementada por uma revelação nova ou especial. A bíblia é o guia completamente suficiente para aquilo que nós devemos crer e para como nós devemos viver como cristãos. 

Os reformadores, em particular João Calvino, enfatizaram o modo como a Palavra escrita, objetiva, e o ministério interior sobrenatural do Espírito Santo trabalham juntos, e o Espírito Santo iluminando a Palavra para o povo de Deus. 

A Palavra sem a iluminação do Espírito Santo mantém-se como um livro fechado. A suposta condução do Espírito sem a Palavra leva a erros e excessos. Os reformadores também insistiam sobre o direito de os crentes estudarem as Escrituras por si mesmos. Ainda que não negando o valor de mestres capacitados, eles compreenderam que a clareza das Escrituras em assuntos essenciais para a salvação torna a bíblia propriedade de todo crente. 

Com esse direito de acesso, sempre vem à responsabilidade sobre a interpretação cuidadosa e precisa. 

2. A Soberania de Deus. 

Para a maioria dos reformadores, o principal e o mais distinto artigo do credo é a soberania de Deus. Soberania significa que Deus governa sua criação com absoluto poder e autoridade. Ele determina o que vai acontecer, e acontece. Deus não fica alarmado, frustrado ou derrotado pelas circunstancias, pelo pecado ou pela rebeldia de suas criaturas.

3. As Doutrinas da Graça. 

A Teologia Reformada enfatiza as doutrinas da graça.

Depravação Total: Isso não quer dizer que todas as pessoas são tão más quanto elas poderiam ser. Significa, antes, que todos os seres humanos são afetados pelo pecado em todo campo do pensamento e da conduta, de forma que nada do que vem de alguém, separado da graça regeneradora de Deus, pode agradá-lo. À medida que nosso relacionamento com Deus é afetado, nós somos tão destruídos pelo pecado, que ninguém consegue atender adequadamente Deus ou os caminhos de Deus. Tampouco somos nós que buscamos Deus, e, sim, é Ele quem primeiramente age dentro de nós para levar-nos a agir assim. 

Eleição Incondicional: Uma ênfase na eleição incomoda muitas pessoas, mas o problema que as preocupa não é realmente a eleição; diz respeito a depravação. Se os pecadores são tão desamparados em sua depravação, como a bíblia diz que são incapazes de conhecer Deus e relutantes em buscá-lo, então, o único meio pelo qual eles podem ser salvos é quando Deus toma a iniciativa de mudá-los e salvá-los. É isso que significa a eleição. É Deus escolhendo salvar aqueles que, sem Sua soberana escolha e subseqüente ação, certamente pereceriam. 

Expiação Limitada: O nome é, potencialmente, enganoso, pois ele parece sugerir que os reformadores desejam de alguma forma limitar o valor da morte de Cristo. Não é o caso. O valor da morte de Cristo é infinito. A questão é saber qual é o propósito da morte de Cristo e o que Ele realizou com ela. Cristo pretendia fazer da salvação algo não mais que possível? Ou Ele realmente salvou aqueles por quem ele morreu? A teologia reformada acentua que Jesus realmente fez propiciação pelos pecados daqueles a quem o Pai escolhera. Ele realmente aplacou a ira de Deus para com se povo, assumindo sua culpa sobre si mesmo, redimindo-os verdadeiramente e reconciliando verdadeiramente aquelas pessoas especificas com Deus. Um nome melhor para expiação “limitada” seria redenção “particular” ou “especifica”. 

Graça Irresistível: Abandonados em nós mesmos, nós resistimos à graça de Deus. Mas, quando Deus age em nosso coração, regenerando-nos e criando uma vontade renovada, então, o que antes era indesejável torna-se altamente desejável, e voltamo-nos para Jesus da mesma forma como antes fugíamos dele. Pecadores arruinados resistem à graça de Deus, mas a sua graça regeneradora é efetiva. Ela supera o pecado e realiza os desígnios de Deus. 

Perseverança dos Santos: Um nome melhor seria “a perseverança de Deus com os santos”, mas ambas as ideias estão realmente juntas. Deus persevera conosco, protegendo-nos de deixar a fé, que certamente aconteceria se Ele não estivesse conosco. Mas, porque ele persevera, nós também perseveramos. Na realidade, perseverança é a prova definitiva de eleição. Nós perseveramos porque Deus nos preserva da completa e final separação dEle. 

O Mandato Cultural: A Teologia Reformada também enfatiza o mandato cultural ou a obrigação de os cristãos viverem ativamente em sociedade e de trabalharem para a transformação do mundo e suas culturas. Os Reformadores tiveram varias perspectivas nessa área, dependendo da extensão como acreditam que tal transformação seja possível. Mas, no geral, eles concordam com duas coisas. Primeira, nós somos chamados para estar no mundo e não para nos afastarmos dele. Isso separa os reformadores crentes do monasticismo. 

Segunda, nós devemos alimentar os famintos, vestir os despidos e visitar os prisioneiros. 

Mas as principais necessidades das pessoas ainda são espirituais, e a obra social não é substituto adequado para a evangelização. Na verdade, o empenho em ajudar as pessoas só será verdadeiramente eficiente se seu coração e mente forem transformados pelo evangelho. Isso separa os crentes reformadores do simples humanitarismo. 

Tem-se alegado que, para a Teologia Reformada, qualquer pessoa que crê e faça parte da linha reformada perderá toda a motivação para a evangelização. “Se Deus vai agir, porque devo me preocupar?”, mas não é assim que funciona. É porque Deus executa a obra que nós podemos ter coragem de nos unirmos a Ele, da forma como Ele nos ordena a agir. Nós agimos assim alegremente, sabendo que nossos esforços jamais serão em vão.

Lí em Reforma Que Passa - Autor: James Montgomery Boice. Texto extraído da Bíblia de  Genebra.


Por Wayne Grudem

A Escritura menciona claramente que Deus envia os seus anjos para a nossa proteção: 

“Porque a seus anjos ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos; com as mãos eles o segurarão, para que você não tropece em alguma pedra” (Sl 91.11,12). 

Mas algumas pessoas vão além dessa idéia de proteção geral e pensam que Deus dá um “anjo da guarda” específico para cada indivíduo no mundo, ou ao menos para cada cristão.

As palavras de Jesus a respeito dos pequeninos têm servido de apoio para essa idéia: “Pois eu lhes digo que os anjos deles nos céus estão sempre vendo a face de meu Pai celeste” (Mt 18.10). Contudo, nosso Senhor pode estar dizendo que os anjos designados para a tarefa de proteger as criancinhas têm pronto acesso à presença de Deus. (Para usar uma analogia esportiva, os anjos podem valer-se da marcação “por zona” em vez da marcação “homem a homem”.)

Quando os discípulos em Atos 12.15 dizem que o “anjo” de Pedro devia estar batendo à porta, isso não implica necessariamente na crença do anjo da guarda individual. Poderia ser que um anjo estivesse guardando ou tomando conta de Pedro naquela situação específica. Parece não haver, entretanto, qualquer apoio convincente para a idéia de “anjos da guarda” individuais no texto da Escritura. Mas cremos que os anjos em geral têm a tarefa de proteger o povo de Deus.

Não adore anjos, não ore a eles nem os procure.

A ”adoração de anjos” (Cl 2.18) era uma das doutrinas falsas ensinadas em Colossos. Além disso, no livro de Apocalipse um anjo adverte João para que ele não o adore: “Não faça isso! Sou servo como você e como os seus irmãos que se mantêm fiéis ao testemunho de Jesus. Adore a Deus!” (Ap 19.10).

Nem devemos orar aos anjos. Devemos orar a Deus somente, o único que é onipotente e, assim, capaz de responder à oração e o único que é onisciente e, portanto, capaz de ouvir as orações de todo o seu povo de uma só vez. Paulo nos adverte contra o pensamento de que outro “mediador” possa estar entre nós e Deus: “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus” (1Tm 2.5).

Se oramos aos anjos, estamos implicitamente atribuindo-lhes posição igual à de Deus, o que não devemos fazer. Não há exemplo na Escritura de alguém orando a um anjo específico ou pedindo ajuda a anjos.

Além disso, a Escritura não nos autoriza a buscar aparições de anjos. Eles se manifestam a nós de forma que não os vemos. Buscar tais aparições parece indicar curiosidade doentia ou o desejo por uma espécie de evento espetacular em vez do amor a Deus e a devoção a ele e à sua obra. Embora os anjos tenham realmente aparecido em várias ocasiões na Escritura, com toda a certeza as pessoas a quem eles apareceram nunca procuraram essas aparições.

Nosso papel é antes conversar com o Senhor, que é o próprio comandante das forças angelicais. Contudo, não parece errado pedir a Deus para cumprir a sua promessa em Salmos 91.11 de enviar anjos para proteger-nos em tempos de necessidade.

Por Wayne Grudem — http://www.monergismo.com



por Ed René Kivitz

Você sabia que foi apenas no ano 190 d.C. que a palavra grega ekklesia, que traduzimos como igreja, foi pela primeira vez utilizada para se referir a um lugar de reuniões dos cristãos?

Sabia também que esse lugar de reuniões era uma casa, e não um templo, já que os templos cristãos surgiram apenas no século IV, após a conversão de Constantino?

Você sabia que os cristãos não chamavam seus lugares de reuniões de templos até pelo menos o século V?

Você sabia que o primeiro templo cristão começou a ser construído por Constantino, sob influência de sua mãe Helena, em 327 d.C., às custas de recursos públicos, e sua arquitetura seguia o modelo das basílicas, as sedes governamentais da Grécia e, posteriormente, de Roma, e dos templos pagãos da Síria?

Você sabia que as basílicas cristãs foram construídas com uma plataforma elevada acima do nível da congregação e que no centro da plataforma figurava o altar, e à sua frente a cadeira do Bispo, que era chamada de cátedra?

Você sabia que o termo ex cathedra significa "desde o trono", numa alusão ao trono do juiz romano, e, por conseguinte, era o lugar mais privilegiado e honroso do templo?

Você sabia que o Bispo pregava sentado, ex cathedra, numa posição em que o sol resplandecia em sua face enquanto ele falava à congregação, pois Constantino, mesmo após a sua conversão ao Cristianismo, jamais deixou de ser um adorador do deus sol?

Você sabia que o atual modelo hierárquico do Cristianismo, que distingue clero e laicato, teve origem e ou foi profundamente afetado pela arquitetura original dos templos do período Constantino?

Você sabia que Jesus não fundou o Cristianismo, e que o que chamamos hoje de Cristianismo é uma construção religiosa humana, feita pelos seguidores de Jesus ao longo de mais de dois mil anos de história?

Você sabia que o que chamamos hoje de Cristianismo está profundamente afetado por pelo menos três grandes eras: a era de Constantino, a era da Reforma Protestante e a era dos Avivamentos na Inglaterra e nos Estados Unidos?

Você sabia que é praticamente impossível saber a distância que existe entre o que Jesus tinha em mente quando declarou que edificaria a sua ekklesia e o que temos hoje como Cristianismo Católico Romano, Protestante, Ortodoxo, Pentecostal, Neopentecostal e Pseudopentecostal?

Você sabia que os primeiros cristãos se preocuparam em relatar as intenções originais de Jesus com vistas a estender seu movimento até os confins da terra?

Você sabia que este relato está registrado no Novo Testamento, mais precisamente nos Evangelhos e no livro de Atos dos Apóstolos?

Você sabia que o terceiro evangelho, Evangelho Segundo Lucas, e o livro dos Atos deveriam formar no princípio uma só obra, que hoje chamaríamos de "História das origens cristãs"?

Você sabia que os livros foram separados quando os cristãos desejaram possuir os quatro evangelhos num mesmo códice, e que isso aconteceu por volta de 150 d.C.?

Você sabia que o título "Atos dos Apóstolos" surgiu nessa época, segundo costume da literatura helenística, que já possuía entre outros os "Atos de Anibal" e os "Atos de Alexandre"?

Nesse emaranhado de coisas que eu não sabia, três coisas eu sei.

A primeira é que a crítica que o mundo secular faz ao Cristianismo institucional tem sérios fundamentos, ou como disse Tony Campolo: "Os inimigos estão parcialmente certos".

A segunda coisa que sei é que nesta Babel que vem se tornando o movimento evangélico brasileiro, está cada vez mais difícil identificar a essência do Evangelho de Jesus Cristo, nosso Senhor.

A terceira coisa que sei é que vale a pena perguntar aos primeiros cristãos o que eles entenderam a respeito de Jesus, sua mensagem, sua proposta de vida e suas intenções originais.

Vale a pena voltar à Bíblia. Não há outra fonte segura de informação e formação espiritual, senão a Bíblia Sagrada, especialmente o Novo Testamento. 

Fonte: Irmãos.com


“Há uma doce teologia do coração que só se aprende na escola da renúncia.” A. W. Tozer

“O herege é ovelha na lã, raposa nas entranhas e lobo nas obras.” Bernardo de Claraval

“As doutrinas da graça humilha o homem sem degrada-lo e o exalta sem infla-lo.” Charles Hodge

“Pecados tratados com carinho te custarão caro.” Horatius Bonar 

"A conversão não é um processo suave e fácil como algumas pessoas imaginam; se assim fosse, o coração do homem jamais seria comparado a um solo não cultivado, e a Palavra de Deus, a um arado." John Bunyan

 “Não temo a tirania do homem nem o que o diabo possa inventar contra mim.” John Knox

“Embora minha memória desvaneça, lembro-me claramente de duas coisas: Eu sou um grande pecador e Cristo é um grande Salvador.” John Newton

“Quando chegar ao céu, verei ali três coisas impressionantes: a primeira será ver muita gente que não esperava ver ali; a segunda será não encontrar muita gente que esperava ali encontrar; e a terceira e mais maravilhosa de todas, será encontrar a mim mesmo ali.” John Newton

 “A adoção dá-nos o privilégio de filhos; a regeneração, a natureza de filhos.” Stephen Charnock

“Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se! Você quer ser feliz para sempre? Perdoe!” Tertuliano

“Muitos dão graças a Deus quando Ele dá. Jó deu graças a Deus quando Ele lhe tirou.” Thomas Watson

“A Eleição se torna evidente na vida (1 Ts 1.4). Isso não significa que alguém tenha o direito de consignar seu próximo para o inferno ou chamá-lo de réprobo: Deus vê o coração; nós, não. Além disso, nós não somos infalivelmente inspirados, como foi o ensino de Paulo. Pode haver uma conversão no leito de morte...” William Hendriksen



O grande estadista americano, Abraão Lincoln, disse que as mãos que embalam o berço, governam o mundo. A mãe é uma dádiva de Deus, uma heroína incansável, uma intercessora fiel.

Bem-aventurados os filhos que guardam boa memória de sua mãe.

Bem-aventurados os filhos que ainda têm sua mãe viva.

Bem-aventurados os filhos que têm uma mãe sábia.

Bem-aventurados os filhos que têm uma mãe que ama a Deus.

Bem-aventurados os filhos que ouvem a instrução da mãe e seguem seu ensino.

Hoje, queremos parabenizar todas as mães pelo seu merecido dia e desejar a todas as mais copiosas bênçãos de Deus. Nossa oração é que tenhamos lares segundo o coração de Deus, famílias cheias da graça!

Por Hernandes Dias Lopes

É a mensagem de feliz dia das mães a todas as mães que curtem o nosso blog, e em especial a mãe deste blogueiro, Dionizia!


Imaginem Jesus batendo palmas ao som de: Ado, aado, eu não sou crente quadrado ou dançando o passinho do pastor – não, isso vocês nunca irão ver, definitivamente!

Trata-se de um evento Gospel na cidade de São João da Boa Vista na Igreja do Evangelho Quadrangular, onde o MC GahPC e Pery apresentaram diversas canções em ritmo de funk



Volta Jesus!

 Acha que não é o suficiente, que nem tudo está perdido! A é! Então veja este vídeo de pura apelação do “cantor gospel famoso” Thalles Roberto!






Quer entender o porquê das críticas?

Porque criticar um grupo de funk e um cantor famoso que estão "supostamente cantando e dançando para Deus”?

Respostas:

“O cão late quando seu dono é atacado. Eu seria um covarde se visse a verdade divina ser atacada e continuasse em silêncio, sem dizer nada.” João Calvino

“Em nosso desejo de "estar por dentro" ou sermos atuais em nossas práticas e convicções, chegamos ao ponto de ceder á tentação de viver conformados aos padrões deste mundo. Aceitando práticas e ideias pagãs e buscamos "batizá-las". Mesmo quando confrontamos e enfrentamos religiões e filosofias pagãs, tendemos a deixar-nos ser influenciados por elas. Todo elemento estranho que se insinua na fé e prática cristã é um elemento que enfraquece a pureza da fé.” R.C. Sproul


 “Você é realmente um cristão ou apenas faz parte do circo chamado igreja evangélica moderna?” Paul Washer

 “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos;” 2 Timóteo 4.3

“E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.” 2 Pedro 2.1-2

Porque sou contra canções de apelo para levantar a mão e “aceitar” a Cristo?

Respostas:

“Nossa eleição é em Cristo. Somos salvos por Ele, nele e para Ele. O motivo para nossa salvação não é meramente o amor que Deus tem por nós. É especialmente baseada no amor que o Pai tem pelo Filho. Deus insiste que seu Filho verá o trabalho de sua alma e ficará satisfeito. Nunca houve a menor possibilidade de que Cristo pudesse ter morrido em vão.” R. C. Sproul

 “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.” Jo 15.16

“...nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade,...” Ef 1.11

“...que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos,...” 2 Tm 1.9

“Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia.” Jo 6.44

“Certa mulher, chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava; o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia.” At 16.14


Uma mulher canadense que foi criada em uma família homossexual se dedica agora a auxiliar outras pessoas que atravessam a mesma situação e a pedir aos governos do mundo que protejam o matrimônio entre homem e mulher.

Segundo informa ForumLibertas.ogr, Dawn Stefanowicz vive em Ontario, Canadá, com seu marido de toda a vida e seus dois filhos, os quais educou em casa. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um ministério especial no site (em inglês) http:/www.dawnstefanowicz.com/

Ajuda a outras pessoas que como ela cresceram aos cuidados de um homossexual e foram expostas a este estilo de vida.

Stefanowicz explica no site “como esteve exposta toda a sua infância a troca de casais gays, jogos nudistas e falta de afirmação em sua feminilidade, como lhe feriu o estilo de vida em que cresceu, e oferece ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas em torno de uma ‘família' gay, um estilo de 'família' que ela não deseja a ninguém e que crê que as leis não deveriam apoiar”.

Seu testemunho:

Em seu relato, Stefanowicz explica que devido a uma enfermidade grave de sua mãe teve de ficar ao cuidado de seu pai homossexual quando ainda era uma criança. “Estive exposta a um alto risco de doenças sexualmente transmissíveis devido a abuso sexual, aos comportamentos de alto risco de meu pai e de muitos casais”, relata.

“Mesmo quando meu pai estava no que pareciam relações monogâmicas, continuava a procura de sexo anônimo. Cheguei a me preocupar profundamente, a amar e entender com compaixão meu pai. Ele compartilhava comigo o que lamentava da vida. Infelizmente, quando ele era criança alguns adultos abusaram sexual e fisicamente dele. Devido a isto, vivia com depressão, não se controlava, tinha explosões de raiva, tendências suicidas e compulsão sexual. Tentava satisfazes sua necessidade de falta de afeto paterno com relações promíscuas e transitórias. Os ex-parceiros do meu pai, que eu tentei nutrir algum sentimento, tiveram suas vidas drasticamente encurtada pela AIDS e suicídio. Infelizmente, meu pai morreu de AIDS em 1991 ", lembra ele.

Segundo Stefanowicz, as “experiências pessoais, profissionais e sociais com meu pai não me ensinaram o respeito pela moralidade, pela autoridade, pelo matrimônio e pelo amor paterno. Me sentia temerosamente silenciada porque meu pai não me permitia falar dele, de seus companheiros, seu estilo de vida e  de seus encontros nessa subcultura. Enquanto vivi em casa, tive que viver segundo suas regras”.

“Sim, amava meu pai. Mas me sentia abandonada e desprezada porque meu pai me deixava sozinha para ficar vários dias com seus parceiros. Suas colegas realmente não gostavam de mim.

Fui machucada por maltrato doméstico homossexual, tentativas de sexo com menores e perdas de parceiros como se as pessoas fossem só coisas para se usar. Busquei consolo, busquei o amor de meu pai em diversos namorados a partir dos 12 anos”, diz ela.

Stefanowicz recorda que “desde cedo, me expôs a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e lugares de férias gay. O sexo me parecia gratuito quando crianças. Me expus a manifestações de sexualidade de todo tipo inclusive sexo em casas de banho, travestismo, sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bissexualidade, voyeurismo e exibicionismo. Se aludi ao sadomasoquismo e se mostravam alguns aspectos. As drogas e o álcool contribuiam a baixar as inibições nas relações de meu pai”.

“Meu pai gostava de me vestir unissex. Eu não via o valor das diferenças biologicamente complementárias entre homem e mulher. Nem pensava acerca do matrimônio. Fiz votos nunca ter filhos, porque não cresci em um ambiente seguro”, assinala.

As consequências:

“Mais de duas décadas de exposição direta a estas experiências estressantes me causaram insegurança, depressão, pensamentos suicidas, medo, ansiedade, baixa autoestima, insônia e confusão sexual. Minha consciência e minha inocência foram seriamente danificadas. Fui testemunha de que todos os outros membros da família também sofriam”, sustenta Stefanowicz.

Ela assegura que só depois de ter tomado as decisões mais importantes de sua vida, começou a dar-se conta de como a tinha afetado crescer neste ambiente.

“Minha cura implicou em olhar de frente a realidade, aceitar as consequências a longo prazo e oferecer o perdão. Podem imaginar como ser forçada a aceitar relações instáveis e práticas sexuais diversas desde muito pequena afetou meu desenvolvimento? Infelizmente, até que meu pai, seus parceiros sexuais e minha mãe morreram, não pude falar publicamente de minhas experiências”, explica.

“No final, as crianças são as vítimas reais e os perdedores do matrimônio legal do mesmo sexo. Que esperança posso oferecer a crianças inocentes sem voz? Governos e juizes devem defender o matrimônio entre homem e mulher e excluir todos os outros, pelo bem de nossas crianças”, conclui.

Lí em Portal Legionário - Original aqui

Nota do Blogueiro: Que Deus abençoe o projeto desta mulher, recordando que:

“Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.” Genesis 2.24

“Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro. E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,” Romanos 1.26-28

“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.” 1 Coríntios 6.9-10


Por Martinho Lutero

No trecho de Romanos 3.21-25, Paulo proclama com toda a confiança: "Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que creem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante o redenção que há em Cristo Jesus; a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé..." Essas palavras são quais raios contra a ideia do "livre-arbítrio". Paulo faz distinção entre a justiça conferida por Deus e a justiça que vem me diante a observância da lei.

O "livre-arbítrio" só poderia ser uma realidade se o homem pudesse ser salvo mediante a observância da lei. Não obstante, Paulo demonstra claramente que somos salvos sem dependermos, em absoluto, das obras da lei. Sem importar o quanto possamos imaginar um suposto "livre-arbítrio", como capaz de praticar boas obras ou de tornar-nos bons cidadãos, Paulo continua asseverando que a justiça dada por Deus é de natureza inteiramente diferente.

É impossível que o "livre-arbítrio" consiga resistir a assaltos de versículos como esses. Esses versículos desfecham ainda outro raio contra o "livre-arbítrio". Neles, Paulo traça uma linha distintiva entre os crentes e os incrédulos (Rm 3.22). Ninguém pode negar que o suposto poder do "livre-arbítrio" é bem diferente da fé em Jesus Cristo. Mas sem fé em Cristo, conforme Paulo esclarece, ninguém pode ser aceito por Deus. E se alguma coisa é inaceitável para Deus, então é pecado. Não pode ser algo neutro. Por conseguinte, o "livre-arbítrio", se existe, é pecado, visto que se opõe à fé e não redunda em glória a Deus. O trecho de Romanos 3.23 constitui-se em mais outro raio. Paulo não diz que todos pecaram, exceto aqueles que praticam boas obras mediante seu próprio "livre-arbítrio".

Não há exceções. Se fosse possível nos tornarmos aceitáveis diante de Deus através do "livre-arbítrio", então Paulo seria um mentiroso. Ele deveria ter dado margem a exceções. No entanto, Paulo afirma, categoricamente, que em face do pecado ninguém pode realmente glorificar e agradar a Deus. Todo aquele que agrada ao Senhor deve saber que Deus está satisfeito com ele. Porém, a nossa experiência ensina-nos que coisa alguma em nós agrada a Deus. Pergunte àqueles que defendem o "livre-arbítrio" se existe neles alguma coisa que agrada a Deus. Eles serão forçados a admitir que não existe. E é isto que Paulo claramente afirma.

Até mesmo aqueles que acreditam no "livre-arbítrio" precisam concordar comigo que não podem glorificar a Deus, contando apenas com os seus próprios recursos. A despeito do seu "livre-arbítrio", eles têm dúvida se podem agradar a Deus. Assim, eu provo, com base no testemunho da própria consciência deles, que o "livre-arbítrio" não agrada a Deus. Apesar de todos os seus esforços e de seu empenho, o "livre--arbítrio" é culpado do pecado de incredulidade. Portanto, vemos que a doutrina da salvação pela fé é completamente contrária a qualquer ideia de "livre-arbítrio".

Por Martinho Lutero

Fonte: citação de NASCIDO ESCRAVO Martinho Lutero, argumento 05, capitulo 01 - Traduzido do original em inglês: BORN SLAVES. EDITORA FIEL da Missão Evangélica Literária

O tratamento que Jesus dispensava as mulheres era o começo da reversão da queda, uma horrível corrupção que veio ao coração masculino e feminino, Jesus começou a produzir a cura destes pecados...  Onde o evangelho já chegou, onde sua palavra já chegou, se enraizou e ganhou força os homens tratam as mulheres com respeito! John Piper

Neste ponto, chegaram os seus discípulos e se admiraram de que estivesse falando com uma mulher; todavia, nenhum lhe disse: Que perguntas? Ou: Por que falas com ela? João 4.27   





Aconteceu, depois disto, que andava Jesus de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus, e os doze iam com ele, e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios; e Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Suzana e muitas outras, as quais lhe prestavam assistência com os seus bens. Lucas 8.1-3

Partindo Jesus dali, retirou-se para os lados de Tiro e Sidom. E eis que uma mulher cananéia, que viera daquelas regiões, clamava: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim! Minha filha está horrivelmente endemoninhada. Ele, porém, não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, aproximando-se, rogaram-lhe: Despede-a, pois vem clamando atrás de nós. Mas Jesus respondeu: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Ela, porém, veio e o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me! Então, ele, respondendo, disse: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. Ela, contudo, replicou: Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos. Então, lhe disse Jesus: Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como queres. E, desde aquele momento, sua filha ficou sã. Mateus 15-21-28

Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada aos pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos. Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada. Lucas 10.38-42



Infográfico: Evangélicos não conhecem as doutrinas básicas de sua igreja

Um estudo do Instituto LifeWay Research sobre “posições doutrinárias”, mostra que, enquanto boa parte dos evangélicos têm uma boa compreensão dos ensinamentos doutrinários de suas igrejas, muitos tem dificuldade em explicar sua fé.

Questões básicas como a salvação, a Bíblia e a natureza de Deus podem confundir os fiéis. Quando perguntados   ”Quando você morrer, irá para o céu, pois confessou seus pecados e aceitou Jesus Cristo como seu Salvador?”, 19% disseram que não tem certeza. Cerca de 26% dos entrevistados (todos membros batizados de suas igrejas) acreditam que “se uma pessoa está sinceramente buscando a Deus, poderá obter a vida eterna através de outras religiões além do cristianismo”.

O pastor batista Ed Stetzer, presidente da LifeWay, acredita que hoje em dia as pessoas estão acostumadas a ter todo tipo de opinião anunciada pela mídia. “A verdade bíblica é radical porque ensina que a vida eterna é um relacionamento com Deus, através de Jesus Cristo”, lembra.

Entre as respostas dadas sobre a crença na vida após a morte estão:

“Quando você morrer, irá para o céu porque fez o melhor possível para ser uma boa pessoa e viver uma boa vida?” –  7 por cento dos fiéis responderam que sim.

“Você não tem como saber o que irá acontecer depois de sua morte” – 5 por cento concordaram com isso.

“Quando você morrer, irá para o céu porque Deus é amor e todo mundo vai estar no céu com Ele” – 4 por cento creem nisso.

“Quando você morrer, irá para o céu porque você leu a Bíblia, se envolveu na igreja, e tentou para viver como Deus queria que você vivesse ” – 2 por cento responderam positivamente.

“Não há vida após a morte” – 1 por cento pensa assim.

A pesquisa também questionou a singularidade do Deus da Bíblia. Contudo, 12% das pessoas não sabiam responder se havia diferença entre ele e os deuses descritos por outras religiões. Ao serem perguntados sobre o pecado, 13% dos evangélicos não sabem dizer se é necessário uma punição para os pecadores.

“Se as igrejas fizeram uma avaliação do que seus membros pensam sobre estas verdades bíblicas, muitos ficariam surpresos ao descobrir como as doutrinas básicas são ignoradas ou questionadas”, disse Stetzer. ”Cada igreja tem uma combinação diferente do número de discípulos maduros e de bebês espirituais que ainda necessitam compreender a mensagem básica do Evangelho”.



Ele explica que a LifeWay tem feito esse tipo de pesquisa pois acredita que o discipulado é um processo que deve ajudar cada pessoa a crescer em sua jornada espiritual. Mesmo assim, a maioria das igrejas tem deixado de lado a Escola Bíblica ou os chamados “cultos de doutrina”, preferindo focar nos “cultos da família” ou em eventos.

Essa pesquisa ouviu 2.930 adultos que são membros de uma igreja evangélica e frequentam os cultos no mínimo uma vez por mês. A margem de erro é de 1,8 por cento para mais ou para menos.  Com informações BP News.

Fonte: Gospel Prime

Informações adicionais do blogueiro:

A pesquisa foi feita com 2.930 adultos norte-americanos que frequentam uma igreja protestante, uma vez por mês ou mais, foi realizado 14-22 outubro de 2011.

Diferente do que relata o post do gospel prime, o site da LifeWay vê o resultado como positivo  e relata que cristãos professos estão progredindo em direção à maturidade espiritual e firmes em importantes posições doutrinais, tendo como título do post “Maturidade espiritual ligado a fortes crenças doutrinárias” – confiram o post original no blog da LifeWay neste link.

Resumindo: os números não são tão preocupantes perto de tanta heresia embutida em inúmeras teologias! Seria o mesmo resultado caso a pesquisa fosse feita no Brasil? Fica a dúvida!


Tu destróis os que proferem mentira; Salmos 5.6a

Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança e não pende para os arrogantes, nem para os afeiçoados à mentira. Salmos 40.4

‘Eu que tanto perseguia os gays, me tornei uma perseguida’

Lanna Holder e Rosania Rocha deram uma entrevista para o portal Vírgula falando sobre sua homossexualidade e criticando líderes evangélicos que condenam abertamente os gays. Elas falaram sobre sua vida, sua união, a Comunidade Cidade de Refúgio e homossexualidade.

 “A única coisa que temos a dizer ao Feliciano é: ‘cresça’! Ele é uma pessoa narcisista e tudo o que ele faz é para ganhar holofotes. Infelizmente ele está conseguindo isso da pior maneira possível”, disse Rosania sobre o pastor e atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias.

“Não temos nada contra o Silas Malafaia, mas achamos que ele só cresceu na religião baseado em polêmicas. Ele tem um discurso prepotente de dono da verdade e usa de muita ira para se referir aos gays. Lamentamos muito isso, porque o Silas Malafaia afasta todos os gays da igreja. Pregue a palavra de Deus, Malafaia! Pare de fazer polêmica!”, acrescentou Lanna.

Lanna Holder criticou a igreja por apresentar a homossexualidade como “possessão demoníaca ou uma doença”. “Por mais que no fundo a igreja saiba que a homossexualidade não é abominável, ela se recusa a corrigir um erro. É difícil voltar atrás e reconhecer que errou depois de milênios condenando os homossexuais. É mais fácil manter como está”, destacou ao Vírgula.

A pastora, que ficou conhecida por pregar sobre cura gay, ressaltou que nunca gostou de ser casada com um homem. “Fiz tudo o que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica: quebra de maldição, cura interior, desligamento de alma, quebra de vínculo. Fiquei casada com um homem, não porque era o que eu queria, mas porque era o imposto para que eu não fosse para o inferno”, disse Lanna.

Lanna testemunhou sobre sua cura da homossexualidade em todo mundo. “As pessoas me conheciam como ‘A missionária Lanna Holder, ex-lésbica’. Eu mentia, pois tinha certeza de que a minha orientação sexual era imutável, ao contrário do que eu fazia as pessoas acreditarem”, relembrou sobre esse período. “Eu que tanto perseguia os gays, me tornei uma perseguida com o mesmo discurso que eu usava ao assumir minha homossexualidade”, contou ao Vírgula.

Um dos assuntos da entrevista também foi à união com Rosania. “A vida nos uniu. Minha paixão por ela começou a confrontar com tudo aquilo que eu dizia ser errado em minhas pregações”, falou. “Nosso pecado na verdade não foi o nosso amor, mas sim o fato de sermos casadas e de adulterarmos por seis meses”, complementou Rosania.

“Eu me sinto muito mais em paz com Deus sendo o que sou de verdade. Não tem como uma pessoa afirmar que uma família constituída por gays não é coisa de Deus. Somos uma família feliz que vive em harmonia”, declarou mais Rosania.

A igreja liderada pelas pastoras lésbicas realiza evangelismos para o público homossexual. “O evangelismo mais difícil é o de um gay. Na abordagem, eles logo acham que somos da igreja do pastor que fala mal, então já nos apresentamos como pastoras casadas antes de fazer o convite”, explicou Lanna.

“Vamos nos pontos de maior concentração do público gay em São Paulo, que é a região da avenida Paulista, a rua Vieira de Carvalho e outras. Paramos nas portas das boates e fazemos flashmobs, cantando e dançando. Com isso, geramos curiosidade e eles se aproximam para saber de onde somos. Vamos também à Parada Gay, à Feira da Diversidade e à Caminhada Lésbica entregar nossos folhetos”, destacou sobre a estratégia.

A Comunidade Cidade do Refúgio, inaugurada em 2011, é adepta da Teologia Inclusiva. A sede está localizada em São Paulo. “Nossa arma em punho é o amor, nossa estratégia é a oração e nossa meta são as vidas, principalmente as esquecidas e deixadas para trás”, informa o site.

Lí em: The Christian Post - português


Informação do blogueiro


O foco e o motivo principal deste post neste blog é para mostrar que durante anos Lanna Holder enganou a muitos, vivendo um evangelho de aparências, uma pessoa que relatou por diversas vezes ter sido curada do lesbianismo e depois retorna a tal prática, o que os próprios homossexuais podem esperar de tal pessoa – como relata Ciro Sanches Zabordi em seu post sobre teologia inclusiva: Lanna Holder enganou o seu esposo, os seus amigos, o povo de Deus e está enganando a si mesma. Mas nunca enganará o Espírito Santo!

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